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Visto eletrônicoServiço Visamundi: € 29 com impostos
Cartão de chegadaServiço Visamundi: € 39 com impostos
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Visto eletrônicoServiço Visamundi: € 39 com impostos
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Visto eletrônicoLocalizada no Pacífico Sul, a nordeste da Austrália, Papua-Nova Guiné está entre os destinos mais fascinantes e menos visitados do planeta. Para entrar no país, todo viajante internacional deve obter uma autorização on-line antes da partida: o visto na chegada foi suspenso pela Immigration and Citizenship Authority (ICA). A Visamundi acompanha os viajantes na montagem e no envio do processo de acordo com as categorias definidas pela ICA — Easy Visitor Permit de 30 dias, Easy Visitor Permit de 60 dias e e-Visa Business de entrada única — para uma partida tranquila rumo a esse destino fora do comum.
01 · O essencial
O visto na chegada está suspenso: toda solicitação deve ser feita on-line antes da partida, qualquer que seja a nacionalidade do viajante.
Além do visto, cada viajante deve preencher o Digital Arrival Card (DAC) on-line nas 72 horas anteriores à chegada ao território.
A lista de documentos é bastante extensa, mesmo para uma simples estadia de turismo; antecipe a montagem do seu processo antes da partida.

As autoridades de Papua-Nova Guiné exigem a obtenção de um visto eletrônico antes da partida de todos os cidadãos estrangeiros que desejam entrar no território. O visto na chegada — antigamente emitido em alguns pontos de entrada — foi suspenso: toda solicitação agora deve ser feita on-line, pelo portal oficial da Immigration and Citizenship Authority (ICA). Essa regra se aplica qualquer que seja a nacionalidade do viajante, inclusive para os países normalmente isentos de visto em outras regiões do mundo.
Existem três documentos de viagem distintos, cada um correspondente a um perfil e a motivos de estadia precisos. Uma escolha errada de categoria pode levar a uma recusa de entrada, a uma expulsão ou a uma multa: por isso, é essencial selecionar o tipo certo de visto desde o início. Essas três autorizações são emitidas exclusivamente para entrada única e em formato eletrônico. O documento recebido por e-mail deve ser impresso ou apresentado no celular na chegada, junto com o passaporte válido.
Além do visto, as autoridades criaram uma formalidade obrigatória distinta: o Digital Arrival Card (DAC). Esse formulário digital deve ser preenchido on-line nas 72 horas anteriores à chegada ao território. Sua ausência pode levar a uma recusa de acesso ao país, mesmo que o visto tenha sido validado pela ICA.
02 · Elegibilidade
A ICA definiu quatro grupos de nacionalidades, cada um dando acesso a categorias de visto diferentes. É indispensável conhecer o seu grupo antes de iniciar uma solicitação, pois a categoria elegível depende diretamente da nacionalidade do passaporte apresentado.
Os cidadãos do Grupo A podem solicitar os três tipos de visto disponíveis. Estão incluídos, entre outros: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Chipre, Coreia do Sul, Estados Unidos (inclusive territórios), Fiji, Hong Kong, Indonésia, Japão, Kiribati, Macau, Malásia, Malta, México, Nauru, Nova Zelândia (inclusive territórios), Filipinas, Samoa, Singapura, Ilhas Salomão, Tailândia, Tonga, Tuvalu, Reino Unido, Vanuatu.
Os cidadãos do Grupo B só têm acesso ao Easy Visitor Permit de 60 dias e ao visto Business. Esse grupo inclui todos os países do espaço Schengen e assemelhados: Alemanha, Andorra, Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Espanha, Estônia, Finlândia, França (inclusive territórios ultramarinos), Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Mônaco, Noruega, Países Baixos (inclusive Antilhas), Polônia, Portugal, Romênia, San Marino, Eslováquia, Eslovênia, Suécia, Suíça, Tchéquia, Vaticano, bem como outros países, como Argentina, Brasil, Equador, Israel, Maldivas, Ilhas Marshall, Micronésia, Palau, Taiwan, Uruguai, Samoa Americana.
Os cidadãos franceses e europeus em geral pertencem ao Grupo B: são elegíveis ao EVP de 60 dias e ao e-Visa Business, mas não ao EVP de 30 dias.
Os cidadãos do Grupo C só podem solicitar o Easy Visitor Permit de 30 dias. Esse grupo inclui, entre outros: Antígua e Barbuda, Bahamas, Barbados, Belize, Botsuana, Dominica, Granada, Guiana, Lesoto, Maurício, Rússia, Seychelles, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente, Trinidad e Tobago, Vietnã.
Os cidadãos indianos são um caso especial: são elegíveis ao EVP de 30 dias e ao e-Visa Business, mas não ao EVP de 60 dias.
Elegíveis ao Easy Visitor Permit de 60 dias e ao e-Visa Business. O EVP de 30 dias não está disponível para eles.
Grupo A: acesso aos três tipos de visto — EVP 30 d, EVP 60 d e Business.
A ICA não autoriza mais de 4 usos do EVP de 30 dias por ano para um mesmo viajante.
A ICA pode conceder uma extensão em situações limitadas para a versão de 60 dias. A versão de 30 dias não é prorrogável.
03 · O procedimento
Identifique o seu grupo de nacionalidade (A, B, C ou D) e o tipo de estadia pretendido (turismo, negócios). Em seguida, selecione o Easy Visitor Permit 30 d, o EVP 60 d ou o e-Visa Business conforme o seu perfil.
Informe o tipo de visto desejado, as datas da viagem, sua nacionalidade e seus dados pessoais. O formulário está disponível on-line e orienta cada etapa.
O pagamento é feito on-line de forma segura. As taxas oficiais são expressas em USD, de acordo com as regras da ICA (National Gazette No. 231 de 27 de março de 2019). Na Visamundi, você paga em euros.
Passaporte válido, foto digital dentro das normas, passagem aérea de ida e volta, prova de meios financeiros suficientes, comprovante de hospedagem. Para o visto Business: carta-convite oficial, carta do empregador, programação das reuniões.
Cada processo é revisado à luz das exigências publicadas pela ICA. As eventuais inconsistências são identificadas e corrigidas antes do envio, para maximizar as chances de aprovação.
A solicitação completa é enviada pelo canal oficial da ICA. Um número de acompanhamento permite seguir o andamento em tempo real.
O visto eletrônico é enviado por e-mail assim que emitido. Imprima o documento ou salve-o no seu celular: você precisará apresentá-lo no embarque e no controle de fronteira com o seu passaporte.
Nas 72 horas anteriores à sua chegada a Papua-Nova Guiné, preencha on-line o Digital Arrival Card, você mesmo no portal da ICA ou confiando o procedimento à Visamundi. Essa formalidade é obrigatória e distinta do visto. Sua ausência pode levar a uma recusa de entrada, mesmo que o seu visto seja válido.
A Visamundi cuida disso· € 29 com impostos
Além do visto, as autoridades papuásias criaram uma formalidade digital distinta: o Digital Arrival Card (DAC). Esse formulário on-line deve ser preenchido nas 72 horas anteriores à chegada ao território. Ele permite registrar as informações de viagem do visitante e facilitar os controles na entrada.
O DAC é obrigatório para todos os viajantes, qualquer que seja a nacionalidade ou o tipo de visto. Um viajante que se apresente no controle de fronteira sem ter preenchido o Digital Arrival Card pode ter o acesso ao território recusado, mesmo que o visto tenha sido aprovado pela ICA. Por isso, recomenda-se fortemente preencher esse formulário o quanto antes nos 3 dias anteriores à partida.
Se você preferir não cuidar disso, a Visamundi pode preencher e enviar o Digital Arrival Card para você, a partir das informações da sua viagem.
04 · Documentos exigidos

A lista de documentos publicada pela ICA é comum às duas versões do Easy Visitor Permit, com exigências adicionais específicas para o visto Business. É importante observar que documentos complementares podem ser pedidos conforme a nacionalidade do solicitante ou o seu perfil particular.
05 · Armadilhas a evitar
A ICA é rigorosa quanto à conformidade dos processos. Um processo incompleto ou incoerente pode levar a uma recusa sem possibilidade de correção no local. Veja os erros mais frequentes e como evitá-los.
Um fundo colorido, iluminação insuficiente ou uma foto antiga demais levam a uma recusa automática. Verifique a conformidade da sua foto antes de enviá-la.
O passaporte deve continuar válido por pelo menos 6 meses após a data de fim da estadia. Um passaporte que vença nos 6 meses seguintes ao seu retorno leva a uma recusa.
Um Easy Visitor Permit não cobre atividades de negócios. Um e-Visa Business não cobre emprego local assalariado. Escolher a categoria errada expõe a uma recusa de entrada no aeroporto.
Para o visto Business, a carta-convite da entidade anfitriã é obrigatória e deve ser assinada por um responsável habilitado. Um documento não assinado ou incompleto basta para travar o processo.
A ICA não autoriza mais de 4 usos do Easy Visitor Permit de 30 dias por ano para um mesmo viajante. Uma quinta solicitação no mesmo ano será recusada. Se você pretende fazer várias viagens por ano a Papua-Nova Guiné, leve esse limite em conta desde o planejamento.
Além disso, não subestime os prazos de processamento. Envie sempre sua solicitação várias semanas antes da data de partida. Um processo enviado tarde demais não deixa nenhuma margem em caso de pedido de documentos complementares ou de prazo de análise prolongado.
Por fim, não se esqueça do Digital Arrival Card: ele deve ser preenchido nas 72 horas anteriores à chegada. Inclua-o na sua rotina de preparação da viagem, assim como o check-in on-line.
06 · Antes de partir
Papua-Nova Guiné é um dos destinos mais exigentes do mundo em termos de logística, mas também um dos mais extraordinários. Sua biodiversidade excepcional, suas centenas de culturas locais e suas paisagens, que vão de altas montanhas vulcânicas a recifes de coral entre os mais ricos do mundo, fazem dela um destino à parte. Para encarar essa viagem nas melhores condições, vários aspectos práticos merecem atenção especial.
A capital, Port Moresby, é o principal ponto de entrada internacional do país e serve de base para chegar às diferentes regiões. Ela reflete o contraste típico entre infraestruturas modernas e tradições locais vivas. Além da capital, cada província tem uma identidade cultural forte: as terras altas do país, a província de Madang, o arquipélago das ilhas Trobriand ou ainda a região de Kimbe oferecem experiências radicalmente diferentes.
A malha rodoviária nacional continua limitada, e grande parte do território só é acessível de avião. As companhias domésticas podem ter atrasos ou cancelamentos em função das condições meteorológicas — às vezes imprevisíveis nas regiões tropicais de montanha. Recomenda-se fortemente prever uma margem de segurança de pelo menos 24 horas antes de qualquer voo internacional de volta.
Os três idiomas oficiais — inglês, tok pisin e hiri motu — convivem com várias centenas de línguas locais. O inglês, no entanto, é amplamente usado nos hotéis, nas comunicações administrativas e nos serviços aos viajantes internacionais. Para as zonas mais remotas, a presença de um guia local ou de um intérprete é fortemente recomendada.
Papua-Nova Guiné é um destino extraordinário, ao mesmo tempo exigente do ponto de vista administrativo e inesquecível do ponto de vista humano e natural. A regra de ouro é simples: antecipar. O visto eletrônico deve ser solicitado bem antes da partida, na categoria certa, com um processo completo. O Digital Arrival Card deve ser preenchido nas 72 horas anteriores à chegada. Respeitando essas formalidades, a entrada no território ocorre nas melhores condições — e a aventura pode começar.
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